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Rosh Hashaná
Rosh Hashaná


O primeiro dia de Tishrei foi denominado pela nossa Torá como Yom Teruá (Dia do Toque do Shofar) ou Yom Zichron Teruá (Dia Rocordatório do Toque do Shofar) e pelos nosssos Sábios foi chamado Rosh Hashaná(Cabeça do Ano), Yom Hazikaron (Dia do Recordatório) e Yom Hadin (Dia do Juízo).

Entre os seus diferentes nomes encontramos um múltiplo significado e a tendência deste dia.

 

Dia do toque do Shofar

"“E o primeiro dia do sétimo mês será sagrada convocação, não realizareis nenhum trabalho.  Será o dia do toque do Shofar” (Num.29:1).

O toque do shofar não é apenas o preceito Divino que caracteriza este solene dia, senão que leva consigo um grande significado espiritual, como explica Rabi Moshé ben Maimón (Maimónides):

"“O mandamento de fazer tocar o Shofar neste dia tem um significado profundo:”Despertai do vosso sonho, dorminhões... e meditai sobre os vossos actos!  Recordai o vosso Criador e retornai a Ele em penitência. Não sejais como aqueles que passam por alto as realidades na busca de sombras e perdem os seus anos na perseguição de coisas vãs que não podem beneficiar nem libertar.  Olhai bem pelas vossas almas e considerai os vossos actos, abundai cada um de vós os caminhos erróneos e os pensamentos impróprios e retornai ao Eterno” (Leis do Arrependimento 3:4).

 

O grande Rabi Saadia Hagaon, comentou que o shofar recorda-nos os seguintes dez aspectos:

  1. Princípio da Criação e dia da coroação do Rei, o Shofar proclama a coroação do Todopoderoso como Rei do Universo.
     
  2. Pregão de retorno ao Bom caminho.
     
  3. Comemoração da Revelação no Sinai.
     
  4. Recordação das exortações dos profetas para não abandonar nunca o bem e o Caminho Divino.
     
  5. Comemoração das destruições dos Templos e das atrocidades das guerras inimigas, recordando as causas que nos levam a ele.
     
  6. Evocação do sacrifício de Isaac, indica-nos a firme disposição de Avraham e de Isaac, o primeiro a sacrificar o mais querido e o segundo a entregar a sua própria vida perante o chamamento do dever.
     
  7. O som do shofar provoca temor  que nos manterá em constante alerta.
     
  8. Ter presente o Dia do Grande Juízo e temê-lo, que alerta a consciência.
     
  9. Profecia sobre a união das diásporas, que se levará cabo com um poderoso soar de trombetas que anunciarão, ao mesmo tempo a redenção de Israel.
     
  10. Profecia sobre a Ressurreição dos mortos e da vida eterna que os justos aguardam.

Dia do Juízo

“O primeiro dia de Tishrei, Rosh Hasnaná”, expressa a Mishná.

O conceito da vida é contemplado por nossos Sábios como um ciclo que finaliza no mesmo momento onde começa.  É por isso que o primeiro dia de Tishrei converte-se na finalização do ano e no início do que entra.

Como cláusula de um ciclo, Rosh Hashaná, convida-nos à recapitulação, ao exame de consciência, ao Yom Hadin (Dia do Juízo).  A pessoa é responsável pelos seus actos e por conseguinte deve esperar o castigo ou a recompensa pelos mesmos.

A liberdade de eleição impõe-nos a responsabilidade.  Apenas o escravo não está exposto ao castigo, pois não é livre no seu comportamento.

Depois do Juízo vem a esperança na Bondade Divina, como disse o Midrash Rabbá (Vaik. 29:5):  “Tocai trombeta no novilúnio”.  Neste mês rectificareis as vossas acções.  O Consagrado, Bendito seja, disse:  ”Se melhorais os vossos actos, Eu serei como uma trombeta (Shofar) para vós. Assim como o Shofar aspira (alento) por um extremo e expele pelo outro, assim Eu Me levantarei do Trono do Juízo e Me sentarei no Trono da Misericórdia... no sétimo mês”.

Dia da Lembrança

Entramos no novo ano assumindo a nossa responsabilidade, com a esperança de que o passado nos tenha servido de ensino para o futuro, com uma diferença do conceito pagão no qual o ano novo se converte numa oportunidade para o excesso, o abuso, o júbilo e até para a promiscuidade.

Leis de Rosh Hashaná

“E o primeiro dia do sétimo mês (Tishrei) será sagrada convocação.  Não fareis nenhum trabalho. Será o dia do toque do Shofar”. (Bam. 29:1)

Excepto os sacrifícios correspondentes ao dia de Rosh Hashaná, que não se podem efectuar nos nossos dias devido à ausência do Templo.  São dois os preceitos desta festa:

  1. A proibição de realizar trabalhos, assim como em Shabat e demais festas.
     
  2. O preceito de tocar o Shofar.

Como todo o preceito positivo tem um tempo fixo para o seu cumprimento, estão obrigados pela Torá apenas os varões maiores de treze anos e também os menores para que se eduquem no cumprimento das mitzvot.  As mulheres podem, se o desejarem (é aconselhável que se esforcem), escutar o Shofar, pois entre os propósitos a mitzvá está o de “remover” os corações para emendar os actos e pedir bondade a D-us.

O preceito consiste em escutar o Toque do Shofar.  Também cumpre com a mitzvá aquele que não toca mas que escuta com intenção, cumprindo com a norma talmúdica de que “aquele que escuta é como aquele que diz”.

Devido a que a Torá recorda o mandamento por vezes como Tekiá (toque longo), outras vezes como Teruá, e como não sabemos se este último é parecido a um pranto (Teruá) ou uma voz cortada (Shevarim), ou ambas ao mesmo tempo, realizamos todas as combinações possíveis:

TaShRat: Tekiá-Shevarim-Teruá-Tekiá

TaShaT: Tekiá-Shevarim-Tekiá

TaRaT: Tekiá-Teruá-Tekiá.

A repetição da Teriá deve-se à repetição em parágrafo das escrituras, pois ainda que segundo a Torá são suficientes nove toques, os nossos Sábios obrigaram-nos a repeti-los até completar cem vozes do shofar.

O Shofar deve ser de corno de um animal puro (excepto o do touro, por ser maciço), preferencialmente de um carneiro para recordar com ele o animal que Avraham sacrificou em vez de Yitzchak.  É preferível que seja curvado para cima para cumprir com a citação: “Sobe a D-us com a Teruá, o Seu nome com a voz do Shofar”.".

O Shofar não deve ser de adorno, em especial no interior e nos extremos, para que não mudo o som.  Da mesma maneira, não deve estar perfurado, riscado ou emendado com remendos que modifiquem o seu som original.

Nos dias de Rosh Hashaná não se deve tocar o Shofar com a finalidade de ensaiar ou por distracção, para que evidenciem os toques obrigatórios.

Ainda que segundo a Torá, Rosh Hashaná consiste em apenas um dia, os nossos Sábios da época da Mishná fixaram dois dias, dando-lhes com a mesma importância e obrigações.

Costumes de Rosh Hashaná

O começo é o princípio do fim de todo o processo, por isso vieram os nossos Sábios, como costume, começar o ano com alegria e doçura. É por isso que a nossa mesa também deve expressar o carácter da festa.

Costuma-se comer, na noite de Rosh Hashaná, tâmaras, romãs, abóbora e porro; todos estes vegetais servem como bons augúrios pela sua fertilidade e rápido crescimento, ou porque se interpretam os seus nomes como desejos de boa fortuna.

Na noite do Ano Novo, repartem-se porções de cada vegetal e pronunciam-se frases cujo simbolismo favorável esperamos que se cumpra.  Desta maneira, distribuem-se entre os comestíveis as tâmaras, invocando que seja a Vontade Divina multiplicar os nossos méritos como as sementes destas frutas.  Com o mesmo sentido, se untam pedaços de maçã com mel e expressa-se o desejo de que o Senhor nos prediga um ano doce e alegre (Não se costumam comer alimentos amargos ou muito picantes durante a celebração, a fim de enfatizar estas expressões de desejos).

Tashlich.

Outro dos costumes, difundido em todas as comunidades judaicas que demonstram o desejo de mudar e a anulação das más acções do passado, cumpre-se com o Tashlich (despojo).

Esta cerimónia, que se efectua ao entardecer do primeiro dia de Rosh Hashaná (ou no caso de coincidir com Shabat, no segundo), consiste em “deitar fora” em forma imaginária as nossa transgressões à brisa do mar ou uma corrente de água: “Novamente terá compaixão dos nossos, sujeitará as nossas iniquidades.  Tu lançarás todos os pecados deles às profundezas do mar” (Michá 7:19).

Aseret Yemé Teshuvá.

Os dez dias que medeiam entre Rosh Hashná até Yom Kipur, foram denominados pelos nossos Sábios como os dez dias de Teshuvá (do arrependimento).

Assim escreveu Rambam (Maimónidez): “ Ainda que o arrependimento e a dor são sempre bem recebidos, nestes dez dias, entre Rosh Hashaná e Yom Kipur, são ainda melhor recebidos”.

O judaísmo, a diferença de muitas outras essências, senão que admite a reparação e arrependimento, como disse o profeta (Oshea 14:2) : “Retorna; Israel, ao Senhor, teu D-us, porque caíste na iniquidade”, ou, nos recomenda o Rei David:  “Mesmo que tenhas a espada sobre o pescoço, não te desesperes perante a desgraça”.

Enquanto a pessoa vive pode mudar o seu futuro, como disseram os nossos Sábios:  “Volta, ainda que seja no instante antes da morte”.

Para animar-nos, Rambam defende:

“Todo aquele que retorna a D-us não deve imaginar que se encontra a uma distãncia demasiado grande do justo por causa das suas transgressões e erros do passado.  Não é assim.  É amado e querido pelo Criador como se nunca tivesse transgredido...  E não só, como também a sua recompensa é ainda maior, porque ele sentiu o gosto da transgressão e separou-se dela, dominando a sua má inclinação.  Os nossos Sábios afirmam que no lugar em se encontra de pé um Baal Teshuvá, não pode  estar nem sequer o mais perfeito dos justos.  Por outras palavras, o seu nível espiritual é superior ao de aqueles que nunca pecaram.,.. Todos os Profetas clamaram ao arrependimento e à Redenção final de Israel se alcançará através dele...” (Hilcot Teshuvá 7:4-5).

Três são os passos do verdadeiro arrependimento:

  1. O reconhecimento da transgressão realizada.
     
  2. O arrependimento do acto, que deve ser expresso peloVidui (reconhecimento do erro) com as palavras:  “D-us, errei, transgredi e fiz o que é mal diante de Ti e fiz...etc.  É aqui que me me arrependo e me envergonho dos meus actos e não voltarei a cometê-lo mais” (Rambam, Hilchot Teshuvá 1:1).
     
  3. O verdadeiro arrependimento concretiza-se quando a pessoa se encontra nas mesmas condições e na mesma situação nas quais transgrediu anteriormente e consegue sobrepor-se e não repetir a sua má acção.

3 de Tishrei: Jejum de Guedalia

Os nossos Sábios fixaram na saída de Rosh Hashaná, o Jejum de Guedalia, em memória do assassinato de Guedalia ben Achikam, por mandato de Ishmael ben Natania, acontecimento que determinou o fim do assentamento judaico em Israel, depois da destruição do segundo templo.

Leis e costumes para os dez dias de arrependimento.

Nestes dias costuma-se madrugar, como no mês de Elul para recitar as Selichot.

Na reza de Shemoné Ezré (Amidá), aumentam-se quatro parágrafos (nas duas primeiras e nas últimas bênçãos), que lembram o Juízo e o desejo da vida:

“Recorda-nos para a vida, Rei que desejas a vida.  Inscreve-nos no Livro da Vida; para Ti vivemos, D-us”.

“Quem é como Tu, Pai bondoso; recordas as tuas criaturas com bondade para a vida”.

“Inscreve os filhos do Teu Povo para uma boa vida”.

“No Livro da Vida, bênção e paz, de boa manutenção, salvação, tranquilidade e bons decretos; sejamos inscritos e recordados perante Ti, nós e todo o Teu Povo de Israel para uma boa voa e paz”.

Também, no cerne da terceira e oitava bênçãos recorda-se a Divindade como Rei, com as palavras: “O Rei Consagrado” e “O Rei do Juízo”.

Se a pessoa se esqueceu de lembrar os parágrafos anteriormente citados não necessita que repetir a Amidá mas se esquece da bênção na qual se muda todo o significado, terá que voltar e recitá-la correctamente.

Na véspera de Yom Kippur costuma-se degolar um galinha por cada membro da família, em sinal de kapará (expiação) reconhecendo que os nossos erros nos fizeram culpados da morte (simbolicamente, permutamos a nossa própria vida pela da ave).

Por intermédio desta cerimónia, abrigamos a esperança de que D-us se apiede de nós, como está escrito: “Ainda que as vossas transgressões sejam como um grão, tornar-se-ão tão brancas como a neve.  Ainda que vermelhos como o carmesim, serão como a l㔠(Isa. 1:18).  Este é o motivo pelo qual se costuma escolher um galo ou uma galinha branca e entregar aos pobres o valor monetário das respectivas aves.

Na véspera de Yom Kippur, costuma-se repartir Tzedacá pelos pobres, cumprindo com a frase do Profeta:  “A Tzedacá te livrará da morte”.

Também costumamos visitar as sepulturas dos tzadikim (Justos) para lembrar o dia da morte e reconhecer a nossa obrigação de louvar a D-us neste mundo, como disse o Salmo (Tehilim 115):  “Os mortos não  louvam D-us”.

Há quem costume ser “batidos” suave e simbolicamente com 39 chicotadas , em lembrança do castigo que teríamos que receber por muitos dos nossos erros se tivéssemos Sanhedrin (A Suprema Corte Rabínica que exercia as suas funções na época do Templo).

Ao colocar em praticar em costumes, somos consequentes com o que recitamos nas orações de Yamim Noraim:  “O arrependimento, a oração e a Tzedacá anulam os maus decretos”.

Em honra ao dia que se aproxima costuma-se visitar o Mitvé (banho ritual).

No livro Vaikrá (capítulo 23), ordena-nos a Torá:  “E afligireis vossas almas no nono dia do mês, à tarde”, e no mesmo capítulo diz-nos: “E no décimo dia do sétimo mês, Yom Kippur... e afligireis as vossas almas”.  Daqui aprenderam os nossos Sábios que quem come no nono dia é como se jejuasse durante o nono e décimo.  Esta é a razão do preceito que nos obriga a comer na véspera de Yom Kippur, para que o contraste do banquete com o jejum se sinta como um duplo jejum.

Três tipos de transgressões não são perdoadas em Yom Kippur:

  1. O dano verbal, físico ou espiritual ao próximo, até que não se peça perdão ao afectado.  O último não deve ser rancoroso nem exigente com o seu companheiro para que D-us actue da mesma maneira e seja benevolente com ele.
     
  2. A pessoa que diz:  “Transgredirei e no Dia de Kippur serei perdoado”, pois demonstra a falta de arrependimento pelo que realizou.
     
  3. Aquele que faz errar o seu companheiro, ainda se se arrepende disso, aquele que foi induzido a transgredir não emendou os seus actos.

Por este motivo, costuma-se na véspera de Yom Kippur a reconciliar-se e a pedir perdão aos vizinhos, amigos e familiares, ainda que não recordemos tê-los prejudicado.

    


 

 

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